
Tenho-a
em minha língua.
Guardo para que não seja
perdida.
Para ser sempre sentida
e nunca seja mal dita.
É legítima, de minha conta
reservada sob domínio.
De meu arbítrio
única e solitária.
Apenas uma,
mais nenhuma.
Livre, viva e verdadeira.
Sem ser sublime
nem derradeira.
Mas só minha,
última...primeira.
2 comentários:
Belas essas palavras que descrevem uma última palavra, que bem pode ser um tudo ou um nada, mas que é tua, tão somente.
bjs
Ricardo
Lindo poema, sempre guardamos a ultima palavra...ou a primeira.
beijinhos
Sonhadora
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