terça-feira, 23 de março de 2010

O violinista louco. 1989


Hoje não há nada
a fazer, senão
adivinhar o tempo
esperar
pela intensa agonia
do sonho nosso
de cada dia
e seguir.
Sem ter para onde...só
seguir.
Sem pressa
e
sempre.

3 comentários:

Sonhadora disse...

Meu querido Ricardo
Seguir sempre em frente...sem pressa.
Lindo o teu poema.

Beijinhos
Sonhadora

Simone Toda Poesia disse...

Segue o manto. O bordado, o encanto em versos. Segue em frente o violinista louco, trancado na solidão dos verbos.

Bjs

LiLi disse...

Sem pressa é uma expressao espetacular.

Ai, amigo, que Deus te acompanhe. Vc é a representacao do que chamo de criatividade.

Impossivel nao rasgar seda com vc.

:)