sábado, 19 de setembro de 2009

Nunca mais.




Nunca mais ouvi o vento
que o tempo em teus olhos mudou
nunca mais senti a vida
como um rio lento que passou.
Nunca mais o azul dos teus olhos
nunca mais tua clara voz
nunca mais as flores que
não colhi pra nós.
Nunca mais senti o coração
bater como em teus braços
nunca mais senti a vida
pulsar como em teus passos.





3 comentários:

Cynthia Lopes disse...

Sua suspeitíssima amiga volta a atacar, rsrs...
com toda sinceridade e sem brincadeiras, está lindo demais, parabéns! bjs

Helena Carvalho disse...

Muita ternura no ritmo suave que deixa no ar a presença de alguém insubstituível.
Belo poema!

Sonhadora disse...

Belo seu poema.
parabens