quinta-feira, 11 de julho de 2013
Imaginária manhã.
Tudo que eu tinha
se estilhaçou como raios
de uma manhã imaginária....
O último pedaço de ti,
um objeto purgado de um desejo doentio
juntou-se a um destino sujo
e a um sorriso perdido...
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Às ganhas...
"Às ganhas"
Diálogo entre os "gladiadores" do jogo de bolinhas de gude:
" -Quero "limpes"!
Quero "prima"!!
É às "ganhas" ou às "brincas"???
Às "ganhas"! Sempre.. Só vou no "encoste"!
Mas assim te mata no "corner"!
Mas eu tenho a melhor "joga"!! É um "osso daqueles!
Melhor é o meu "aço", o que não dá é se jogar de "buzuco"!
"Buzuco" é muito pesado, mas se tira bem no "facão"!
Ah! "Facão" não pode, tá nas regra!
Tá bem!! Mas e esse "cu de galinha aí"??
"Cu de galinha" nada! É um baita "Inhaque"!!!
"Inhaque"? hahahaha!
OLHA O "FISCALLLLLLL"!!!"
Diálogo entre os "gladiadores" do jogo de bolinhas de gude:
" -Quero "limpes"!
Quero "prima"!!
É às "ganhas" ou às "brincas"???
Às "ganhas"! Sempre.. Só vou no "encoste"!
Mas assim te mata no "corner"!
Mas eu tenho a melhor "joga"!! É um "osso daqueles!
Melhor é o meu "aço", o que não dá é se jogar de "buzuco"!
"Buzuco" é muito pesado, mas se tira bem no "facão"!
Ah! "Facão" não pode, tá nas regra!
Tá bem!! Mas e esse "cu de galinha aí"??
"Cu de galinha" nada! É um baita "Inhaque"!!!
"Inhaque"? hahahaha!
OLHA O "FISCALLLLLLL"!!!"
terça-feira, 2 de abril de 2013
O menestrel calou.
Eu era um menestrel só
meu canto corria o mundo
desafiava o tempo
mas ninguém ouvia...
Eu era um homem só
o que minha voz não alcançava
minha visão se abria
envolta na noite
ou ao nascer do dia
minha voz te enlaçava
meu cantar te cobria.
O menestrel calou
já não tem forças
para entoar seu canto
não há motivos nobres
para desafiar o vento
e teu olhar atento
já não me pode guiar..
Não há mais a madrugada
nem o despertar do dia
não há nada em minhas mãos
há uma vida vazia.
O mundo perdeu uma voz
que mesmo sem ser ouvida
jamais deixou de tentar
mas, nada restou desse intento
nem um verso
nenhum invento
Não há mais o que cantar..
Eu era um menestrel só
meu canto corria o mundo
desafiava o tempo
mas ninguém ouvia...
Eu era um homem só
o que minha voz não alcançava
minha visão se abria
envolta na noite
ou ao nascer do dia
minha voz te enlaçava
meu cantar te cobria.
O menestrel calou
já não tem forças
para entoar seu canto
não há motivos nobres
para desafiar o vento
e teu olhar atento
já não me pode guiar..
Não há mais a madrugada
nem o despertar do dia
não há nada em minhas mãos
há uma vida vazia.
O mundo perdeu uma voz
que mesmo sem ser ouvida
jamais deixou de tentar
mas, nada restou desse intento
nem um verso
nenhum invento
Não há mais o que cantar..
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Eu pássaro.
Não me culpes por teus enganos
te queria ainda......creias
mas sem o brandir das armas torpes
Não te quero mais,
sou somente outro foragido
e nada poderia dar-te que não os
grilhões de um sonho insone....
Se tenho ainda minhas alas
é por não querer voar tão longe..
Fica aí...onde tens um sonho
ainda que pequeno
mesmo que esquecido
deixado à deriva
de um amanhecer estranho.....!
Deixa-me aqui
com meu voar distante
minha pesada carga
de culpas
que carrego desde sempre.....
Só não me culpes por teus pesadelos
por tuas asas corrompidas
por teu desespero
deixa-me em meu ninho
onde posso ser eu pássaro
entre os precipícios de minha alma
em meu voar sozinho...
Não me culpes por teus enganos
te queria ainda......creias
mas sem o brandir das armas torpes
Não te quero mais,
sou somente outro foragido
e nada poderia dar-te que não os
grilhões de um sonho insone....
Se tenho ainda minhas alas
é por não querer voar tão longe..
Fica aí...onde tens um sonho
ainda que pequeno
mesmo que esquecido
deixado à deriva
de um amanhecer estranho.....!
Deixa-me aqui
com meu voar distante
minha pesada carga
de culpas
que carrego desde sempre.....
Só não me culpes por teus pesadelos
por tuas asas corrompidas
por teu desespero
deixa-me em meu ninho
onde posso ser eu pássaro
entre os precipícios de minha alma
em meu voar sozinho...
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