segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Final da estrada sem fim.



Nada sei sobre o meu destino.

As pessoas que encontrei pouco

disseram,

ou eram aquelas quem chamamos fracos,

pararam, desistiram ou enlouqueceram?


Até hoje nunca encontrei quem havia voltado.

Não sei se poderiam, talvez sim, mas iriam querer?

Acho que não.

Quase ninguém quer ir

e ninguém quer voltar.

sábado, 12 de setembro de 2009

Valor.


A poesia não tem preço

na maioria das vezes não vale nada

para quem lê ou não vê.

Porém nada custa tão caro ao poeta.

Nada lhe faz sofrer tanto,

quanto lhe traz tanta felicidade.

Real valor que não tem preço.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Meu alaúde medieval.


Acho que estou fugindo.
Fugas são a verdadeira essência humana.
Assim como Paul Gauguin....fugi para ir
e fugi de onde fui.

Agora vejo o meu alaúde.
Fiz com minhas próprias angústias, despojo de tudo
de que nada servia. Uma porta de cedro....um osso
velho, canela de boi.

Cravelhame de uma ameixeira tombada, não servia
para nada. Sua eterna aura jaz agora em "mi".
Fiz com minhas lembranças.

Grande merda....dirão?

Não sei se poderia partir sem ter feito.
Toda vez que seu som me alaga,
sinto a felicidade poética de um bardo louco.
E é tão pouco
que quase rio
em dó,
da ilusão.

Maior que o mundo que lê ao seu redor.

Talvez eu esteja errado. Errando...
Mas.
Quero ouvir o teu riso da foto,
sentindo sempre o lado eterno, terno
do teu jeitinho sereno.
Teus olhos crianças através das lentes
atemporais. Quero.
Não vejo espinhos em tuas mãos...menina.
Vejo as flores que caem sobre teu caminho.
Por mais profunda que sejas aos outros
te quero assim pequena divindo teus sonhos,
comigo,
ao nível do pouco
que posso
desejar...
Te dar..

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Raridade.


Não é sempre que me fotografam rindo. Aproveitem e conheçam a minha faceta de pessoa

normal. Normal???